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domingo, 16 de janeiro de 2022

CARTA ABERTA - 16/01/2022

 Já faz 2 anos e 3 meses, e, ainda assim, a saudade me arde por dentro. 

Noite passada e essa tarde sonhei contigo de novo pai, sei que está vindo me visitar, talvez sinta falta por aí também. 

É domingo, e, nessa tarde sonhei com nós: você, a mãe, o mano bem bebezinho e eu. Estávamos no fata e tinha uma menina muito chata no meu sonho. Acordei sedenta por perguntar pra mãe “quem era aquela menina que estava lá? Lá mãe, quando estava só nós, o pai e o mano pequeno”. 

Foi um choque de realidade que me percorreu, ela nunca lembraria desse dia, primeiro por ter sido só um sonho meu, e segundo, por ter se passado tanto tempo. O mano já tem 8 anos, não é mais um bebê, e você já não está mais aqui pai. 

Mas putz.. que tempo bom, eu daria tudo pra voltar nesse tempo, eu daria tudo pra te ter aqui mais uma vez, e, se não fosse prepotência demais minha, daria tudo pra te ter de volta de novo, pra sempre com a gente.

terça-feira, 21 de maio de 2019

O reflexo da educação em nossas crianças...

lixo nas ruas, crianças sem educação

Poucos dias atrás fui visitar um ponto turístico que tem na cidade onde temos um sítio. Fazia tempo que eu não visitava o local e dessa fez fui acompanhada do meu irmão (6 aninhos de idade), minha priminha (4 aninhos), minha tia e uma amiga. 

Pessoas de todos os lugares passam por lá, levadas pelas belezas naturais, belos animais, ou até mesmo pela fama local de um ótimo café e almoço colonial. Eu definitivamente não estou aqui para fazer a propaganda do local, esse não é meu objetivo. O local realmente é ótimo, mas vim aqui relatar outro ocorrido.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Namoro adolescente.

Tenho 15 anos,
Namorei 6 meses.
Namoro comum,
Namoro adolescente.

Tínhamos uma ligação muito forte,
Principalmente quando era pelo whatsapp.
Nos falávamos apenas pelo celular,
Tínhamos as redes sociais como nossa única possibilidade.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Possibilidades sociais...




“Possibilidades” é uma palavra tão boa de ouvir não é mesmo? Não é como aquelas palavras que você ouve e já dá arrepios só por conhecer seu significado. E quando se fala em “redes sociais” ainda sentimos um pouquinho da polêmica que ela trás consigo por ser nova e ainda haver os não adeptos à ela. Mas quando juntamos as duas aí fica completo: redes sociais e suas possibilidades! 

As possibilidades são muitas quando se fala em redes sociais. Eu me arrisco a dizer até que são infinitas! Mas engana-se quem pensa que são só boas e que as redes sociais são mil maravilhas. 

É claro que não estou aqui para falar mal da internet e espalhar o ódio sobre isso. É claro que com tanta coisa dentro desse meio tão complicado e viciante que conhecemos e chamamos de internet, tem mil e uma coisas boas a se fazer.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Papai Noel Existe!



Oii meu pequenos, hoje trouxe uma linda mensagem de Natal muito inspiradora para vocês, que eu particularmente amei.

A Carta seguinte, foi enviada há mais de 115 anos, por uma menina de 8 anos de idade, para o importante jornal novaiorquino The Sun. Veja abaixo a carta e a resposta do editor. 

OBS: Já peguei a carta traduzida na internet, então caso conter algum erro, me desculpem, não foi eu que traduzi.

Feliz Natal e um incrível Ano Novo à todos vocês!

The Sun, 21 de setembro de 1897
Prezado Editor,
Tenho 8 anos de idade. 
Alguns dos meus pequenos amiguinhos dizem que Papai Noel não existe. 
Papai me disse: “Se você ler tal informação no jornal The Sun, então é verdade”. 
Por favor, diga-me a verdade: Papai Noel existe?
Virginia O’Hanlon

A resposta foi publicada pelo jornal no dia 21 de setembro de 1897:

terça-feira, 19 de julho de 2016

Eu etiqueta.



Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome... estranho.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

A primeira geração de crianças super mimadas cresceu... E teve filhos.




A primeira geração de crianças super mimadas cresceu... E teve filhos.

Sou editor e criador e do Radar Escola, escrevo para o site todas as segundas-feiras. Escreverei sobre tudo e sobre todos (desde que tenha educação no meio). Optei escrever, em minha estreia, sobre um fato que eu tenho observado e cada vez me choca mais: adulto mimado.
Trabalho em uma escola particular com famílias classe A e B, idade entre 26 e 37 anos. Vejo de tudo lá, tudo mesmo... e a coisa que mais tenho visto ultimamente é criança mandando em pai e mae e pai e mãe tentando mandar na escola.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

O corpo perfeito ou sua vida?




Matéria base:

“Universitários britânicos levantaram essa hipótese em uma pesquisa, para saber qual é o grau de importância que as pessoas dão à beleza estética.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Mãe...



Um ser especial, sem igual sem comparação, sem imitação.
Não tem como descrever em simples palavras,

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Por um mundo no qual as pessoas peçam a própria sobremesa.




          Vocês saíram para comer fora. Você e mais alguém. Não sei se é seu marido, seu namorado, sua mãe, seu tio, seu irmão, sua amiga, seu primo, sua supervisora, seu ortodontista, não sei. Sei que muito frequentemente esse episódio do roubo de sobremesa é protagonizado por homens. Mas também pode não ser. Por isso, nenhum de nós nunca está seguro.
          Tudo começou bem. Bebidinhas, entradinhas, conversinhas. Depois veio o prato principal. Maravilha. Alguns minutos se passam e o garçom faz a pergunta decisiva: sobremesa?

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Porque eu acredito em nós dois




          Houve muita coisa ao longo dos meus poucos-tantos anos, em que acreditei com toda minha fé e, com alguma dor, deixei de acreditar. Na generosidade da fada do dente. No sexo feminino da Vovó Mafalda. Na possibilidade de andar nas nuvens. Desilusões, no melhor sentido da palavra.

quinta-feira, 31 de março de 2016

A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo o que um homem não quer...



          Às vezes olho para mim imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de emails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, para lá e para cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projecto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa conduzir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser toda definida, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e e ainda ter tempo para treinar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
          Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai na volta é por isso que estou solteira aqui, na luta.
          O fato é que eu tenho andado a pensar nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
          O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
          Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam “bacano”. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
          Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um frango. Não nos chamaram para trocar a fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exactamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
          Mas nos ensinaram sobre desporto. Fizeram-nos aprender inglês. Aprender a conduzir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir o nosso dinheiro. Exactamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
          Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de prepararmos o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que iríamos ter paciência para dar muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
          Aí, nós mulheres, com a nossa camisa social que amassada no fim do dia, a nossa bolsa pesada, o nosso telemóvel a apitar os 26 novos emails, amigas à nossa espera para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, e perguntamos: “Que raio de homem vai me querer?”.
          “Talvez se eu fosse mais delicada… Não dissesse palavrões. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo de lavar cuecas. Talvez…”
          Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual para igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi o nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione a nossa rotina.
          O facto é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia para um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
          E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exactamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
          No fim das contas não somos nada do que o inconsciente colectivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos para ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar para nos ganhar de volta.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Pode fechar a porta do carro se não fechar a porta do meu cérebro.




          Eu não sou a menina mais doce do mundo, nem tenho o sorriso mais reto e minha voz nunca fica bonita ao telefone. Eu prefiro comprar livros à maquiagem e minhas roupas nem sempre combinam, eu adoro ir de moletom e tênis confortável para a faculdade e me sinto bem de shorts, chinelos e meia.
          Tenho alergia a falsidade e posso passar uma vida inteira ao lado de muitos, mas duvido que três cheguem a me conhecer de verdade.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Ser blogueira




          Ser blogueira não é apenas ser. É estar. É estar sempre presente, é estar sempre disposto. Ser blogueira não é apenas escrever e ter um blog. Ser blogueira é passar recados, é viver o blog, é estar estudando a todo o momento em pesquisas para o blog, é ter um amor gigante por um site, é querer sempre estar melhorando e se dedicando cada vez mais. Ser blogueira não é apenas ter leitores. É ter amigos, ter psicólogos exclusivos, ter ajudantes, ter amor por pessoas que talvez nem conheça ou nuca tenha visto, é ter super amigos virtuais.
          Ser blogueira principalmente é entender que nem sempre tudo dá certo. Que nem sempre tudo vai ser flores e amores.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Especial 1 ano do Blog!!

PARABÉNS PRA VOCÊ...!!!!


E hoje o blog completa 1 aninho!!! Que novinho né? Pois é... Mas eu to MUITO, MUITO, MUITO FELIZ! Não simplesmente pelo aniversário do blog, já que é só um ano (mas ao mesmo tempo é UM ANO rsrsrs), mas estou muito feliz mesmo pela nova fase que o blog vai passar. Por exemplo, perceberam a mudança na cara do blog??? Acho que sim né povo, não é possível que não rsrsrs... 

terça-feira, 8 de março de 2016

Feliz dia da Mulher!

Hoje é um dia muito muito especial. E eu não poderia de forma alguma deixar passar em branco!
Aqui vão meus sinceros parabéns e agradecimentos à toda mulher!

Feliz dia da Mulher!



          Feliz dia da mulher, à você mulher. Feliz dia da mulher à vocês mulheres. Feliz dia da mulher à você que é guerreira, que todo o dia acorda cedo com o difícil trabalho que é tornado fácil pela mulher: as tarefas de casa. Muitas vezes, cuidar dos filhos, da casa, do trabalho fora e em casa, do marido, da comida, da roupa, se parar para pensar, um dia é pouco. Mas tornamos esse trabalho muito fácil, repetindo ele todo todo e todo o dia.

sexta-feira, 4 de março de 2016

A escolha é sua...



          Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria.
          Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.
          Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis sérias e bem situadas como você.
          Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.
          Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Faça por merece-lá.



Cara, cuida dela por mim? Ela é tão teimosa, você vai perceber isso com o tempo, e isso irrita ás vezes. Tão orgulhosa, vai ter que ter toda a paciência do mundo com ela. Ela é cheia de achar coisa onde não tem, e tentar te irritar. Ela ama que a acordem com beijos, a deixa toda feliz e melosa, e é tão lindo ver o seu sorriso logo de manhã. E fica linda com aquele baby doll cor creme, me deixa louco. Ela fica tão serena em dias de chuva. Ah, e nesses dias, abrace-a bem forte, de preferencia de conchinha. Fique mexendo no cabelo dela, ela adora.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quando é Amor?




          Quem nunca se perguntou se um dia encontrará o amor da sua vida? Ou melhor, se saberá que é a pessoa certa? Eu sou uma dessas românticas anônimas, que vive escrevendo coisas de amor, sobre amor, sobre a paixão pela vida, porém não se entende nesse lado do mundo. Como será um amor de verdade? Relatos me dizem que você sente algo diferente. Tudo bem, a minha idade não favorece minhas dúvidas, até por que sou muito jovem para já querer que o amor da minha apareça.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Era uma vez uma geração que se achava muito livre...

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.
Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.
Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.
Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.
Frequentou as melhores escolas.
Entrou nas melhores faculdades.
Passou no processo seletivo dos melhores estágios.
Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.
E veio pós, especialização, mestrado, MBA.